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Como fazer a lista de convidados do casamento?

Conversamos com a cerimonialista Claudia Couttinho, que falou um pouco sobre essa que costuma ser a maior dor de cabeça na organização do casamento.

Fazer uma festa de casamento envolve muitos detalhes e, por isso, sua organização não é nada fácil. E é claro que, em um momento tão importante, é natural que os noivos queiram compartilhar tanta felicidade com o maior número possível de pessoas. Mas, ainda assim, pensar nalista de convidados com cuidado é fundamental.

Segundo Claudia Couttinho, cerimonialista com mais de dez anos de mercado e parceira do Madly In Love, equilibrar o orçamento e o tamanho da lista é fundamental. “Não é à toa que, a primeira coisa que indico aos casais, é fazer a lista de convidados. Afinal é ela que vai dizer qual o espaço que vamos procurar e ver se o quanto eles têm para investir é viável para aquele número de pessoas ou não. Enfim, ela é importante para conseguirmos determinar qualquer coisa em relação ao casamento”, explica.

Mas como equilibrar a lista de convidados e o orçamento da festa? “Dependendo do tipo de casamento que os noivos querem, não tem jeito: é possível que seja necessário diminuir a lista de convidados. Alguns querem do bom e do melhor na festa e não têm como investir muito. E, nesse momento, alguns convidados acabam sendo sacrificados. Caso contrário, ele vai ter uma festa para 500 convidados que não terá comida ou bebida de qualidade, por exemplo”, diz.

Com tantos detalhes a serem resolvidos é natural que alguns erros sejam cometidos. E, muitos deles, têm relação direta com a lista de convidados. “O erro mais comum acontece quando os noivos pensam que precisam convidar a todos, quando na verdade o casamento é um momento muito especial. E, para momentos como esse, deve-se chamar apenas as pessoas com as quais você de fato convive, que fazem parte da vida do casal e torcem para que tudo dê certo”, diz.

A questão, de acordo com a especialista, é que cada convidado sai muito caro. Por isso, é preciso existir critério. “Sempre digo para os casais com os quais eu trabalho: se você não vê essa pessoa há mais de um ano, talvez vocês não sejam tão amigos assim. E, nessa lógica, ela não deve estar na lista de convidados. Além disso, o grau de amizade e proximidade devem ser levados em consideração, mesmo com familiares ou colegas de trabalho”, diz. Ela ainda completa: “No caso do trabalho, a gente sabe que tem alguns convites que são uma questão de ‘política’, como para o chefe, mas não há a necessidade de chamar todos se eles não são seus amigos”.

Mas e quando uma das famílias, seja da noiva e do noivo, é que está bancando a festa e acha que pode convidar mais pessoas? Claudia diz que é preciso tato. “Vale falar com jeitinho, explicar que o casal quer ter em sua festa pessoas com quem tem mais contato e, talvez, limitar um número de convites para que eles chamem quem quiserem”, explica ela, que lembra: não é só no buffet ou no espaço que o número de convidados interfere, mas também no número de cadeiras, no sousplat, os doces, o bolo, entre outros.

Claudia lembra também que é sempre aconselhável fazer o R.S.V.P., ou seja, solicitar a confirmação da presença do convidado. “Fica ainda mais importante quando se tem esse problema com a restrição do orçamento. Além disso, é uma ótima forma de controlar a lista de convidados, até mesmo para saber se há margem para convidar uma ou outra pessoa a mais, ou deixar de convidar outras”, diz. Por isso, ela explica que é importante colocar uma data limite no convite para que as pessoas confirmem.

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